Atendimentos

As pessoas e famílias encaminhadas para atendimento no Instituto Noos são recebidas na Sala de Espera, onde são avaliadas por uma equipe multidisciplinar. Depois, são direcionadas para uma das práticas sociais de atenção direta à população oferecidas pela instituição. Quando não é possível atender às necessidades dos beneficiários ou quando esses precisam de serviços complementares aos disponíveis no Noos, eles são encaminhados para atendimentos oferecidos por outras instituições.

A equipe do Noos acredita que é dever do Estado a oferta de serviços de atenção adequados à população. Porém, como uma organização da sociedade civil, composta, principalmente, por profissionais das ciências humanas, sociais e da saúde, o Noos pode e deve contribuir, propondo a inclusão de práticas eficazes nas políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades, garantia e promoção de direitos.

O espaço de atendimento à população foi concebido para permitir a avaliação da eficácia das metodologias identificadas, possibilitar um campo de atuação aos seus alunos, futuros multiplicadores dessas práticas, e beneficiar a população local, que reside e/ou trabalha nas proximidades de sua sede.

Para mais informações sobre cada uma das práticas, verifique abaixo:

Terapia de família e casal

Famílias em litígio

Espaço de atendimento para casais e famílias que necessitam de apoio para a retomada de diálogo entre seus membros, que se encontra engessado por constantes disputas mediadas pela justiça.

Equipe: Claudia Pinaud, Lucy Abelin, Maria de Jesus Lopes, Monica Tavares e Regina Peregrino

Equipe Álcool e Drogas

Espaço de atendimento para famílias nas quais haja esta questão.

Equipe: Virginia Barbosa e Leonora Corsini

Equipes de atendimento de famílias em situação de violência

Espaço de atendimento para casais e/ou famílias que necessitam de intervenções terapêuticas. 
 
Equipe 1/Coordenação: Carla Tolentino, Cristiane Fiaux, Kikita Azevedo, Luiz Fernando P. Bravo, e Sandra Santos

Equipe 2/Coordenação: Maria Celina Matta, Maria Clara Stockler, Maria Emilia, Marisa Costa Couto, Monica Alegre, Rosane Cunha 

Observação: a formação em terapia de família desenvolvida pelo Instituto Noos inclui a oferta de atendimentos a famílias e casais através dos seus alunos, que trabalham sob supervisão dos professores do curso.

 

 

Rodas de terapia comunitária

A Roda de Terapia Comunitária é um espaço de conversa, escuta e partilha de sentimentos e experiências de vida, que possibilita a mobilização dos recursos e competências das pessoas por meio da ação terapêutica do próprio grupo.

As rodas acontecem todas as quartas feiras no Instituto Noos das 17h às 18h30.

O grupo é aberto ao público e gratuito. Não há necessidade de fazer inscrição e não há compromisso de continuidade. É só chegar e participar.

Todos são bem-vindos, todos fazem a roda rodar!

Equipe: Cintia Lopes Rangel, Iane Franco, Juliana Caetano, Maria Beatriz Costamilan, Sandra Mara Lopes

Confira aqui outras rodas comunitárias em parceria com o Instituto Noos organizadas por dia da semana

Segunda-feira

 o    Espaço BABY BRINQUE – Maria Cláudia Costa

 Rua Jardim Botânico, 674 / 313

Quinzenalmente, das 19h às 21h

Pagamento: R$ 20,00

 

Terça-feira

 o     Centro Municipal de Saúde Manoel José Ferreira

Rua Silveira Martins,  161 – Catete

Semanalmente, das 18h às 20h

 

Quarta-feira

 o    Instituto Noos

 Rua Álvares Borgerth, 27 – Botafogo

Semanalmente, das 17h às 19h

 

Quarta-feira

o    Dona Marta

Rua São Clemente.

Semanalmente, das 18h às 20h

Banco de terapeutas - associados técnicos

O serviço é composto por ex-alunos do Curso de Formação em Terapia de Família e Casal, que se disponibilizam atender em seus consultórios particulares, as famílias e casais encaminhados ao Instituto Noos. Os terapeutas se comprometem a trabalhar sempre em dupla, realizando atendimentos quinzenais e seguindo os mesmos padrões da instituição à qual se encontram vinculados. Os valores cobrados seguem critérios idênticos aos adotados pela Clínica Escola.

O grupo se reúne mensalmente com toda a equipe responsável, para uma troca de reflexões sobre os diversos casos em atendimento.

Para se associar, acesse http://noos.org.br/portal/colabore/associacao/

123Alô!

Canal de comunicação – inicialmente por telefone, agora também via internet – que atende a crianças e adolescentes com a proposta de contribuir para o exercício de seus Direitos Humanos, em especial o direito à informação e à expressão, viabilizando a apresentação de seus posicionamentos, suas dúvidas, suas solicitações de apoio e orientação para, junto com eles, buscar as soluções para suas questões e estabelecer pontes com outros serviços de atendimento especializados, quando necessário. O serviço, já existente em mais de 150 países do mundo, promove o diálogo, incentiva a participação cidadã, oferece apoio em situações de crise, colabora na proteção contra violência e outras violações de direito. 

Acesso para a cidade do Rio de Janeiro por meio do número (gratuito) 0800 0 123 123, das 8 às 20 horas. Conheça o site, e os atendimentos por chat e e-mail, clicando aqui.

AnoNúmero de ligaçõesNúmero de atendimentosDownload dos indicadores mensaisDownload do relatório anual
20092852581Relatório_2009
2010100161097
2011218292632Relatório_2011
201297122789Indicadores_2012Relatório_2012
20133208702Relatório_2013
20142574788Relatório_2014
2015

Terapia Individual

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Grupos reflexivos

É um espaço de convívio que propicia uma imersão crítica no cotidiano dos participantes. Nossa metodologia é uma construção interdisciplinar que utiliza instrumentos, sobretudo, dos campos da sociologia, da psicologia e da educação que privilegiam um estreito diálogo entre a teoria e a prática.

Gênero

É um espaço de convívio que propicia uma imersão crítica no cotidiano dos participantes. Nossa metodologia é uma construção interdisciplinar que utiliza instrumentos, sobretudo, dos campos da sociologia, da psicologia e da educação que privilegiam um estreito diálogo entre a teoria e a prática.

Como funciona o trabalho:

  • Encontros grupais:
  • 20 encontros
  • 1 encontro por semana
  • 2 horas por encontro
  • 10 a 12 participantes por grupo
  • 2 facilitadores
  • Equipe reflexiva

METODOLOGIA DOS GRUPOS REFLEXIVOS DE GÊNERO:

Nos primeiros encontros: 

 

  • Informação sobre nossa forma de trabalho;
  • Levantamento e hierarquização temática;
  • Acordo/contrato de convivência;
  • Acordo/contrato de não-violência ativa.

 

Após os 20 encontros:

 

  • Avaliação: questionário e grupo focal
  • Acompanhamento/follow-up

 

ALGUNS RESULTADOS

 

  • Os participantes dos grupos assumem sua responsabilidade e interrompem as diferentes formas de violência, resultando em baixa reincidência;
  • Questionam a identidade masculina dominante e o processo de sua construção;
  • Percebem que o modelo hegemônico de masculinidade põe em risco suas próprias vidas e a integridade dos que vivem com eles; 
  • Mostram insatisfação com a forma como historicamente o papel de provedor foi atribuído aos homens em nossa sociedade;
  • Percebem a ligação existente entre a violência sofrida quando criança e a violência que cometeram e, alguns, observam a reprodução desses mesmos comportamentos em seus próprios filhos;
  • Tornam-se conscientes que a violência é parte do repertório masculino de resolução de conflitos e de manutenção de poder;
  • Percebem que, em geral, homens não cuidam de si mesmos ou de outros e que o cuidado é considerado um atributo feminino em nossa sociedade;
  • Reconhecem mudanças qualitativas em suas relações pessoais: começam a escutar mais e a compartilhar responsabilidades, problemas e tarefas com aqueles com quem vivem;
  • Relatam aumento na capacidade de diálogo, de expressão de afeto e de autoestima (empoderamento);
  • Descrevem maior e melhor satisfação no amor e no relacionamento sexual;
  • Relatam que os conflitos atuais em seus relacionamentos com as mulheres surgem sem o componente da violência: ampliação de formas pacíficas de resolução de conflitos;
  • Relatam sobre mobilização/ampliação de rede social;
  • Manifestam um olhar crítico sobre o cotidiano e valorização do cidadão comum: aumento da percepção de cidadania;
  • Efeito multiplicador da metodologia em diferentes espaços cotidianos (família extensa e local de trabalho).

Homoparentalidade

Sintonizado com o aumento da visibilidade em nossa sociedade da formação de núcleos familiares homoafetivos, o Instituto Noos criou um espaço de conversa e convivência com o intuito de possibilitar a troca de experiências e a construção de novas perspectivas a respeito da educação de filhos nessas famílias.
O grupo reflexivo com pais e mães homossexuais começou em 2012 e já teve duas edições com oito encontros semanais cada.

Pais

Os grupos são espaços para conversas que funcionam como propulsoras de reflexões sobre a implicação de cada participante com o tema escolhido para o dia, remetendo-os a sua própria história. Possibilitam tanto o compartilhar das realidades trazidas pelos diferentes participantes, como promovem buscas e construções de novas narrativas sobre suas vivências como pais e mães. E também apontam para novas possibilidades de convivência e inserção social.

O trabalho no grupo se foca na ativação de redes sociais e na reflexão sobre alternativas práticas para os problemas, as dúvidas e questões que pais e mães vivem em seu cotidiano.
Alguns exemplos de temas, que envolvem a maternidade e a paternidade, debatidos nos grupos:
  • desenvolvimento da criança e do adolescente;
  • violência intrafamiliar;
  • formas alternativas ao castigo físico e humilhante para educar e oferecer limites;
  • uso abusivo de drogas;
  • questões de gênero na relação do casal parental e na educação dos filhos;
  • métodos anticoncepcionais;
  • direitos e deveres de pais e responsáveis.
Os Grupos Reflexivos repousam sobre os seguintes pontos básicos:
1) as reflexões e diálogos sobre as experiências vivenciadas são operacionalizados com a utilização de dinâmicas de grupo, jogos, vídeos, dramatizações, produções plásticas etc.;
2) ênfase nas perguntas e diálogos sobre comportamentos, atitudes, sentimentos, fantasias e pensamentos, recorrentes durante o processo grupal;
3) os coordenadores dos grupos são denominados facilitadores e atuam sempre em dupla.

Política de atendimento

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Terapia de família e casal

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