Cursos

A Escola integra o Instituto Noos e, juntamente com as demais áreas (pesquisa, atendimento e editora), está voltada para a difusão de práticas sociais sistêmicas voltadas para a resolução de conflitos relacionais que ocorrem nas famílias e nas comunidades.

A perspectiva sistêmica e o construcionismo social norteiam as atividades desenvolvidas pela Escola uma vez que se parte do princípio de que as pessoas e as instituições estão, direta ou indiretamente, ligadas em amplas e diversificadas redes sociais, tornado-se necessário compreendê-las e articulá-las.

Isso significa que quaisquer intervenções devem levar em conta o contexto onde se inserem e toda a complexidade de suas interações. Os cursos promovidos trazem em comum o foco sobre as relações sociais (e não apenas os indivíduos) e atribuem centralidade à linguagem nos processos comunicação e de resolução de conflitos. Partem, ainda, do reconhecimento de que a produção de significados é uma prática social passível de (re)construção, motivo pelo qual diferentes metodologias podem ser utilizadas (Terapias de Família e Casal, Terapia Comunitária, Grupos Reflexivos de Gênero, Justiça Restaurativa, Diálogos Colaborativos etc).

A Escola reúne profissionais de diferentes áreas que implementam cursos de longa duração (Cursos de Formação em Terapia da Família e em Terapia Comunitária) e cursos de curta duração (Cursos Livres). Como parte de suas atividades, os alunos são orientados a participar de práticas sociais sistêmicas (atendimento para pessoas, famílias e grupos) que resultem em processos relacionais colaborativos.

Construcionismo social e grupos: workshop com Emerson Rasera

Construcionismo - 5Se você se interessa por práticas com grupos e busca dialogar com profissionais atuantes, venha participar e conhecer Emerson Rasera, pesquisador e autor de destaque neste tema.

O objetivo do workshop “Construcionismo social e grupos: recursos e desafios” é articular o construcionismo social e sua prática com diversos tipos de grupos.

CONFERENCISTA
Emerson Rasera é professor da Universidade Federal de Uberlândia, presidente da Associação Brasileira de Psicologia Social e PhD em psicologia pela Universidade de New Hampshire.

DATA E HORÁRIO
24 de março de 2017
9 às 17 horas

INVESTIMENTO
Professores do Noos, alunos e ex-alunos
R$ 280,00 até 17/03
R$310,00 até 22/03

Outros profissionais
R$350,00 até 17/03
R$380,00 até 22/03

INSCRIÇÕES

Inscrições e informações pelo número 2197-1500 das 9 às 15 horas.

LOCAL

Rua São João Batista, 60 – Botafogo

ORGANIZAÇÃO

Delaine Costa, Heloisa Costa, Monica Meurer, Rosana Rapizo, Sandra Santos (equipe de grupos do Instituto Noos)

 

 

 

Violência intrafamiliar e de gênero: uma abordagem sistêmica relacional

Violência_curso_menor_aindaO curso vai abordar o fenômeno da violência intrafamiliar e de gênero, a partir das contribuições de uma perspectiva sistêmica/relacional. Contextualiza o fenômeno histórica e culturalmente e aponta para sua complexidade ao trazer fatores de vulnerabilidade e de proteção nos níveis individual, relacional, comunitário e social. Pretende também discutir algumas práticas sociais de prevenção e de atenção aos envolvidos em situações de violência no âmbito da família bem como os principais desafios dos profissionais que trabalham com violência.

 

Conteúdo Programático:

  • Violência: conceituação e classificação
  • Abordagem Sistêmica da Violência
  • Questões Culturais
  • Violência Intrafamiliar
  • Sexo, gênero e orientação sexual
  • Trabalhando em rede e com redes- Políticas
  • Recursos utilizados nos atendimentos e grupos reflexivos
  • Desafios no trabalho com violência

Metodologia:

Exposição teórica conceitual, dinâmicas de grupo e reflexões conjuntas.

Horário:

Sábados, das 9 às 16h30

Início:

3 de setembro

Datas:

3/09, 10/09, 17/09, 24/09 e 01/10 (no dia 01/10, a aula irá até as 12 horas)

Investimento:

R$ 1280,00 ou 2 de R$ 640,00.

Coordenação:

Rosane Berlinski

Palestrantes:

Adriane Sabroza, Alan Bronz, Carlos Eduardo Zuma, Cecy Dunshee de Abranches, Heloisa Costa, Rosana Rapizo, Rosane Berlinski, Sandra Santos, Sueli Deslandes.

Carga horária:

27 horas/aula

Inscrição:

Acesse este link e inscreva-se: https://podio.com/webforms/14872661/997146.

Para efetuar o pagamento da primeira parcela e garantir sua vaga, clique aqui.

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Gestão da diversidade em contextos de trabalho

O curso fornecerá subsídios para a desconstrução de hierarquias e desigualdades sociais tomadas como evidentes e naturais. Afinal, tais desigualdades não conformam um bloco monolítico, ao contrário, elas se expressam sob vários eixos: classe, gênero, raça, orientação sexual e deficiência. Nesse sentido, a discussão aqui gira em torno do eixo diversidade.

O curso está dividido em três partes:

Conceitual - Será demonstrado como os órgãos internacionais influenciaram as políticas de combate à desigualdade nos países em desenvolvimento. Em seguida, serão definidos os conceitos de estratificação, diferença, desigualdade e diversidade, analisando de que forma estes perpassam o âmbito empresarial.

Legislativa – Será abordada a problemática da discriminação no mercado de trabalho a partir do olhar sobre diversidade. Também será discutida a questão do assédio moral e será feita uma análise sobre a legislação sobre cotas (sociais, raciais, de gênero e de pessoas com deficiência). Além disso, será estudada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Ação pública – Serão apresentadas algumas políticas públicas de inclusão e de diversidade no contexto brasileiro e mundial. Esta parte do curso visa fornecer subsídios para o enfrentamento das mais diversas situações de discriminação.

 

Professora

Mani Tebet

Docente da UFRRJ, doutora em sociologia pelo PPSGA da UFRJ, tendo realizado doutorado sanduíche na École Normale Supérieure em Lyon. Trabalha com os temas desigualdade, educação, gênero, relações raciais e políticas públicas.

Acesse o currículo Lattes.

 

Início 

15 de setembro de 2016

 

Horário

Quintas-feiras, das 18h30 às 21h30

 

Carga horária

39 horas/aula

 

Público-alvo

Funcionários de empresas públicas ou privadas com formações diversas.

 

Metodologia

Aulas expositivas, dinâmicas e videoaulas.

Parte I – Conceitos importantes para o conhecimento do mundo social

  1. Definição dos conceitos de estratificação, diversidade e desigualdade social a partir de diferentes referenciais.

 

Parte II – A dimensão da desigualdade na educação e no ambiente do trabalho

  1. Abordagens sobre desigualdade no âmbito educacional e do mercado de trabalho.
  2. Apresentação de pesquisas empíricas nacionais e internacionais sobre desigualdade.

 Parte III – Uma proposta de ação

  1. Discutir e dar encaminhamento ao problema da discriminação na esfera do trabalho a partir de situações específicas e exemplos concretos.
  2. Auxiliar no combate à violência de gênero, raça e/ou classe social.

Investimento

R$ 1.860,00 ou 3 x R$ 620,00

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Paradigmas da pós-modernidade – módulo da Formação em Terapia de Família

Paradigmas_3_finalO curso “Paradigmas da pós-modernidade” visa introduzir o debate sobre os impactos da passagem à pós-modernidade no contexto da globalização, em diferentes campos do conhecimento e na própria forma de fazer ciência e produzir conhecimento.

Está voltado aos psicólogos graduados e do último ano, advogados, médicos de família, agentes comunitários de saúde, psiquiatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, psicopedagogos, educadores, assistentes sociais e demais profissionais que trabalham com famílias e comunidades, visando ampliar os conhecimentos e as práticas desses profissionais em suas próprias áreas de atuação, regulamentadas por seus respectivos conselhos profissionais.

Programa

    • A passagem da modernidade à pós-modernidade
      Palestrante convidado: Professor Gerardo Silva – Universidade Federal do ABC
    • Globalização e pós-modernidade: a dimensão colaborativa do trabalho
      Professora: Leonora Corsini (Noos)
    • Movimentos da Cibernética
      Professor: Alan Bronz (Noos)
    • Informação, comunicação e conhecimento – contribuições de Gregory Bateson
      Professor: Alan Bronz (Noos)
    • Biologia do conhecimento – contribuições de Maturana e Varela
      Palestrante convidada – Catalina Baeza
    • Novos paradigmas na informação e na comunicação
      Professora: Leonora Corsini (Noos)
    • O giro linguístico
      Professor: Alan Bronz (Noos)
    • Práticas colaborativas no Direito
      Palestrante convidada: Olivia Fürst
    • Nova Economia/Economia para Transição
      Palestrante convidado: Felipe Cunha
    • Práticas colaborativas para o desenvolvimento de projetos: uma experiência no Design
      Palestrante convidada: Luciana Montenegro
    • Práticas colaborativas e o trabalho com grupos
      Professora: Sandra Santos (Noos)
    • Terapia colaborativa: uma abordagem pós-moderna
      Professora: Heloísa Costa (Noos)

Importante

Este curso compõe a formação em terapia de família.

Duração do curso
5 meses (60 horas)

Início
29 de agosto

Horário
Segundas-feiras, das 8 às 12 horas.

Investimento

5 parcelas de R$ 570,00

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Terapia de família: percurso histórico, conceitos e recursos

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Até pouco tempo atrás era inconcebível se imaginar a possibilidade de uma terapia familiar. O foco era, na melhor das hipóteses, o atendimento terapêutico ao indivíduo. Foram necessárias significativas transformações – históricas, contextuais, cientificas, epistemológicas etc. – para que a família pudesse ser estudada e que se desenvolvessem recursos terapêuticos que pudessem dar conta desse grupo tão específico. De lá para cá, um longo caminho foi percorrido. Numerosos estudiosos, de diferentes partes do mundo, com variadas formações, se debruçaram sobre essa tarefa e geraram muitos recursos, abriram muitas e novas possibilidades de se pensar sobre o que é uma família, suas necessidades e possibilidades de mudança.

A proposta do curso é passear por todo percurso histórico da terapia de família – do seu surgimento ao momento atual – focalizar seus diferentes autores e principais contribuições, assim como refletir de que maneira esses recursos podem nos ajudar a compreender e a  trabalhar com as famílias atuais, considerando sua complexidade e as significativas e rápidas transformações pelas quais tem passado.

PÚBLICO-ALVO

Profissionais interessados em conhecer a história da terapia de família, suas diferentes contribuições e recursos para o atendimento a famílias.

Está voltado aos psicólogos graduados e do último ano e aos demais profissionais que trabalham com família, visando ampliar os conhecimentos e as práticas desses profissionais em suas próprias áreas de atuação, regulamentadas pelos seus respectivos conselhos profissionais.

CARGA HORÁRIA

Total de 80 horas distribuídas em 20 semanas, às sextas feiras das 8h às 12h.

METODOLOGIA

Leitura e discussão de textos, exercícios práticos, simulações, estudos de casos, filmes e demais recursos que possibilitem sedimentar o aprendizado de forma dinâmica e reflexiva.

INVESTIMENTO

6 x de 570,00 ou R$ 3.420,00

IMPORTANTE

Este módulo compõe a Formação em Terapia de Família.

INÍCIO

8 de julho

PRINCIPAIS TEMAS

  • Uma visão antropológica da família
  • Panorama e contexto histórico da terapia de família
  • Principais autores, conceitos e contribuições: Primeira Cibernética, Segunda Cibernética e Cibernética de Segunda Ordem
  • Terapia de família: da instrução à construção
  • A entrada do construcionismo social na terapia de família
  • Recursos para a prática clínica: terapia colaborativa, processos reflexivos e terapia narrativa
  • O conceito de família hoje e sua complexidade

 

Sexualidades e relações de gênero: perspectivas/abordagens contemporâneas – em curso

A partir de uma perspectiva multi-inter-trans disciplinar, esse curso pretende oferecer um panorama de questões contemporâneas sobre sexualidades e relações de gênero e suas implicações para a prática clínica/profissional, bem como para pesquisadores/as interessados/as nesse campo de estudos. Destina-se a psicólogos/as, assistentes sociais, profissionais de saúde e da educação, advogados/as e alunos/as de últimos períodos desses cursos.

Diferentes olhares da psicologia articulam-se aos saberes em ciências humanas e da saúde no intuito de promover um espaço de diálogo fecundo acerca do que o gênero como categoria de análise e regime de luzes visibiliza no cenário atual. A história dos corpos/sujeitos e a colocação em xeque de modos binários de existência é um convite à problematização: quais ferramentas teóricas e metodológicas estamos construindo para lidar com as questões que nos movimentam/inquietam cotidianamente? Quais são as possibilidades coletivas de construção de caminhos convergentes, por uma ética da liberdade e da criação?

Fazer perguntas às normas sociais e as relações que ela estabelece no campo da inteligibilidade, lidar com o binômio natureza versus cultura e acompanhar as próprias reverberações das questões ligadas à gênero e sexualidades na atualidade são alguns dos fios condutores do curso, estruturado em onze módulos que serão trabalhados com leitura/discussão de textos acadêmicos que possam contemplar a diversidade profissional e de estudos de seus/suas participantes.

Programa:
. Gênero
. Sexualidade
. Subjetividade
. Corpo
. Feminilidades e Masculinidades
. Marcadores sociais da diferença
. Heterossexualidade
. Homossexualidade
. Transexualidade
. Conjugalidades, famílias, homoparentalidades
. Movimentos Sociais

Abordagem utilizada: discussão de textos acadêmicos e utilização de recursos audiovisuais, como filmes, reportagens e estudo de casos.

Professores:
Marcos Nascimento
Psicólogo, Doutor em Saúde Coletiva, Pesquisador e Docente do Programa de Pós-graduação em Saúde da Mulher e da Criança do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.

Rita Flores Müller
Pós-doutora em Teoria Psicanalítica. Pesquisadora do grupo Epos: juventudes, subjetivações e violências (UERJ) e do grupo Traumas & Catástrofes (UFRJ). Professora do curso de Psicologia da Unisuam.

Observação:

O curso faz parte da Formação em Terapia de Família.

Dia e horário:
Segundas-feiras, das 19 às 21 horas

Local:

Instituto Noos – Rio de Janeiro

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Famílias em situação de litígio

Famílias que vivem situações de litígio, judicial ou não, podem se beneficiar com a ajuda de profissionais especializados que as apoiem, de modo a conduzir esse processo da forma mais colaborativa e menos danosa possível, especialmente quando estão envolvidos crianças e adolescentes.

Contando com a participação e a intervenção desses profissionais, as famílias podem encontrar alternativas para a construção de acordos.

Baseado no trabalho que vem sendo desenvolvido há 19 anos sobre o tema, o curso:
• apresenta recursos que possibilitarão conhecer a dinâmica de funcionamento de famílias em situação de litígio;
• fornece ferramentas que podem ser utilizadas para ampliar e aprimorar os processos de diálogo.

 

Público-alvo
Alunos e profissionais formados em terapia de família, psicólogos, advogados, assistentes sociais e profissionais de nível superior que tenham interesse ou trabalhem com essa temática.

 

Coordenadora

• Regina Peregrino

 

Colaboradores

• Claudia Chagas Pinaud (Terapeuta de família, psicóloga e mediadora)

• João Daniel Apolinário (Terapeuta de família e psicanalista)

• Lucy Abelin (Terapeuta de família e musicoterapeuta)

• Maria de Jesus Lopes (Terapeuta de família, psicóloga e arteterapeuta)

 

Horários

29 de setembro, das 18h às 22h

30 de setembro, das 9h às 18h

01 de outubro, das 9h às 18h

 

Para se inscrever, acesse:

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Práticas de atendimento: recursos sistêmicos – curso

O curso “Práticas de atendimento: recu1053167_626910060662203_2040424029_orsos sistêmicos” está voltado aos psicólogos graduados e do último ano, advogados, médicos de família, agentes comunitários de saúde, psiquiatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, psicopedagogos, educadores, assistentes sociais e demais profissionais que trabalham com famílias e comunidades, visando ampliar os conhecimentos e as práticas desses profissionais em suas próprias áreas de atuação, regulamentadas por seus respectivos conselhos profissionais.

Esse curso tem como objetivo apresentar ferramentas e práticas de atendimento para diferentes profissionais que desejam adquirir uma compreensão contextual e sistêmica para os seus trabalhos, contribuindo para atuações integrativas, dialógicas e colaborativas.

Além disso, é um módulo necessário para aqueles que desejam fazer, no Instituto Noos, a formação em terapia de família, modalidade de atendimento com foco nos relacionamentos interpessoais.

TÓPICOS DO CURSO

. Introdução à visão sistêmica;

. Atendimento sistêmico em diferentes contextos;

. Diferentes práticas sistêmicas;

. Mapa de rede;

. Ciclo vital;

. Genograma;

. Formulação de perguntas;

. Processos Reflexivos

. Recursos verbais e não verbais;

. Atendimento em dupla;

. Facilitação sistêmica

DURAÇÃO DO CURSO
4 meses (60 horas)

AUTORES DE REFERÊNCIA

Gregory Bateson, Fritjof Capra, Humberto Maturana, Francisco Varela, Carlos Sluzki, Saúl Fuks, Gonzalo Bacigalupe, Gianfranco Cecchin, Dora Fried Schnitman, Tom Andersen, Marcelo Pakman, Michael White, David Epston, Monica McGoldrick, Harry Goolishian, Harlene Anderson, Rosana Rapizo, Marilene Grandesso, Maria José Esteves de Vasconcellos e outros.

LOCAL E HORÁRIO:
Encontros semanais no Instituto Noos
Rua Álvares Borgerth 27 – Botafogo, Rio de Janeiro.

 

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Curso de formação em terapia de família

A Terapia de Família é uma modalidade de atendimento com foco nos relacionamentos interpessoais. Pode, portanto, ser utilizada por profissionais graduados em Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Saúde, no exercício de sua prática profissional.

O curso de Formação em Terapia de Família do Instituto Noos está voltado aos psicólogos graduados e do último ano, psiquiatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, psicopedagogos, educadores, assistentes sociais e demais profissionais que trabalham com famílias, visando ampliar os conhecimentos e as práticas desses profissionais em suas próprias áreas de atuação, regulamentadas por seus respectivos conselhos profissionais.

Atualmente é realizado por módulos, o interessado deverá se inscrever nos cursos disponibilizados que compõem a Formação.

DURAÇÃO DO CURSO

500 horas (o curso é realizado por módulos, mas é preciso fazer pelo menos 500 horas de curso para obter certificado).

INVESTIMENTO

R$ 570,00

AUTORES DE REFERÊNCIA

Gregory Bateson, Heinz von Foerster, Fritjof Capra, Humberto Maturana, Francisco Varela, Carlos Sluzki, Edgar Morin, Donald Schön , Gianfranco Cecchin, Tom Andersen, Marcelo Pakman, Michael White, David Epston, Kenneth Gergen, John Shotter, Harry Goolishian, Harlene Anderson, Sheila McNamee, Bradford Keeney, Rosana Rapizo, Emerson Rasera, Carla Guanaes, Marilene Grandesso, Mary-Jane Spink, Paulo Freire e outros.

EQUIPE DOCENTE

Coordenação: Leonora Corsini – Psicóloga; terapeuta de casal e família; mestre em Psicologia Social pela UFRJ; doutora em Serviço Social pela ESS/UFRJ com pós-doutorado em Ciência da Informação pelo IBICT.

Alan Bronz – Psicólogo; terapeuta de família e casal; mestre em psicologia clínica pela PUC-RJ; ex-coordenador da área de práticas do Instituto Noos.

Carla Tolentino – Psicóloga; terapeuta de casal e família; especialista na avaliação de casos de violência doméstica envolvendo crianças e adolescentes; terapeuta comunitária

Carlos Eduardo Zuma – Psicólogo terapeuta de família, sócio fundador da Associação de Terapia de Família do Rio de Janeiro, cofundador e membro do conselho gestor do Instituto Noos.

Carmen Pontual – Psicóloga; terapeuta de família e casal.

Eloisa Rosas – Psicóloga; terapeuta de família; mestre em comunicação pela Escola de Comunicação da UFRJ; facilitadora de processos coletivos.

Gizele Bakman – Psicóloga; terapeuta de crianças, casal e família; mediadora; facilitadora de processos coletivos; terapeuta comunitária; mestre em psicologia social da UERJ.

Heloisa Costa – Psicóloga; terapeuta de casal e família; gestalt-terapeuta.

Jorge Bergallo – Psicólogo; terapeuta de casal e família; membro fundador do Instituto Noos.

Rosana Rapizo – Psicóloga; terapeuta de família; mestre em psicologia clínica PUC/RJ; doutora em Psicologia Social UERJ; autora do livro Terapia sistêmica de Família: da instrução à construção; facilitadora de processos coletivos, terapeuta comunitária.

Virginia Barbosa – Psicóloga (USU); Grupoterapeuta (Spag-Rj); Terapeuta Sistêmica de Família (Te Ser-Rj); Especialista para Atendimento a Usuários de Álcool e outras Drogas (Ipub/Ufrj); Facilitadora Sistêmica de Processos Coletivos (Multiversa/Fundação Moîru).

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A teoria e a prática do trabalho com grupos

No lugar de respostas, perguntas. Em vez de transmissão de conhecimentos, coprodução. Mais do que mapas, territórios. Nem tanto técnicas, muito mais recursos. Em vez de um curso, ateliês.

Aprender uma prática implica mergulhar em uma forma de estar em relação. O círculo de ação-reflexão-ação, como afirma Donald Schon, constitui o praticante reflexivo.

 Nossa proposta é aprender a trabalhar em grupos a partir do contato com várias formas de estar e trabalhar em diversos contextos onde o grupo é importante.

 Aprender em ateliês significa pôr a mão na massa e fazer junto. Refletir sobre o fazer e o saber e voltar-se para a prática de forma lúdica, criativa.

Se você trabalha ou tem interesse em trabalhar com grupos, venha fazer parte dos ateliês, concebidos como espaços regulares de encontro entre pessoas com vontade de criar, onde é possível experimentar, produzir, inventar, conhecer, aprender, questionar, e, mais que tudo, praticar.

QUANDO E ONDE ACONTECEM?

 Os ateliês ocorrerão uma vez por mês no Instituto Noos, mesclando professores convidados e conferencistas que virão para o Rio de Janeiro se reunir conosco em torno de temáticas específicas produzidas pelo Grupo.
 Concebidos a partir da uma abordagem que utiliza o construcionismo social como uma das principais referências para o trabalho com Grupos, os ateliês foram estruturados de modo a pensar as principais dimensões teóricas dos trabalhos com grupos e articulá-las às experiências vividas pelos alunos em seus locais de atuação, bem como produzir uma prática de construção de diálogos e reflexões, tomando como referência a própria vivência dentro do curso.

Da produção do programa, passando pelos exercícios, dinâmicas, leituras e debates, até avaliações o grupo poderá conhecer recursos para trabalhar coletivamente e, ao mesmo tempo, vivenciá-los nas diversas atividades previstas. Às sextas-feiras, com maior carga horária, poderá sedimentar seus conhecimentos junto a profissionais com ampla e diversificada experiência em trabalho com grupos e, aos sábados, refletir sobre sua prática.

 O curso totalizará 120 horas, distribuídas em dez ateliês. Os encontros têm por objetivo desenvolver habilidades e recursos para trabalhar com grupos em diferentes contextos (organizacional, clínico, comunitário, de aprendizagem), a partir de uma visão crítica e reflexiva, que concebe os processos de diálogo como facilitadores de mudança.

 Ao final dos encontros, os participantes poderão:

  •  reconhecer diferentes recursos a serem utilizados nos trabalhos com grupos (o processo de formular perguntas, conversações para encontrar soluções, manejo de conflitos, equipe reflexiva, diálogos e meta-diálogos, investigação apreciativa, facilitação sistêmica, mapeamento de diálogos, dinâmicas grupais, ambiente criativo).
  • compreender os principais aspectos que constituem o trabalho com grupos (enfoque sistêmico, criação de contexto, processo coletivo, organização do grupo, recepção, regras, o lugar do facilitador, níveis de intervenção e critérios, dimensões do trabalho individual e em grupo, processo e conteúdo, o trabalho em/com equipes, o grupo como especialista, processos de decisão, construção de consenso, o foco no processo).
  • atuar em organizações, empresas, escolas, comunidades e outros espaços onde pessoas com interesses comuns, ou até mesmo conflitantes, precisam estar reunidas e construir processos coletivos de reflexão voltados para diferentes finalidades.
  • fomentar ou criar grupos terapêuticos ou não dedicados a temas previamente definidos.

 

PRINCIPAIS TEMAS

Construcionismo social e práticas com grupo; grupo como recurso em diferentes contextos; Grupos Reflexivos; Facilitação Sistêmica de Processos Coletivos; Práticas Narrativas e Colaborativas.

COORDENAÇÃO

Rosana Rapizo

Professores convidados
Bia Costamilan
Carlos Eduardo Zuma
Jorge Bergallo
Sandra Mara

Conferencistas convidados

Carla Guanaes

Emerson Rasera

Marilene Grandesso

Mille Bojer

Vânia Curi Yazbek

 

 

 

Política de cursos

A realização de cursos de longa e de curta duração depende de um número mínimo de inscrições.

O Instituto Noos se reserva o direito de cancelar ou alterar a data dos cursos sempre que não alcançar o número mínimo de participantes.

Em caso de cancelamento, os pagamentos já efetuados serão devolvidos integralmente.

Havendo interesse em cursos que não estejam com inscrições abertas, a instituição realiza uma pré-inscrição para formar nova turma.

A realização da inscrição está condicionada ao pagamento integral do Curso ou suas mensalidades, se parcelado.

O Curso é planejado com base em um número mínimo e prévio de inscrições e não está prevista a devolução do pagamento feito para inscrição em caso de desistência por parte do aluno. O ressarcimento será feito somente mediante solicitação encaminhada por escrito e com antecedência de 30 dias antes do início do Curso.

Em todos os cursos são oferecidos certificados de participação mediante o mínimo de 75% de presença.

Redução de Valores

Com o objetivo de aumentar a difusão metodológica, o intercâmbio técnico e criar uma linguagem comum – sobretudo entre os seus membros –, serão concedidos descontos em oficinas, cursos e eventos oferecidos pelo Instituto Noos aos associados.

Sempre que possível e dependendo do objetivo, formato e custos dos eventos serão aplicados os seguintes descontos sobre as atividades promovidas pela Escola:

• Desconto de 20% para associados efetivos e técnicos.

Bolsas só serão concedidas após avaliação, mediante o fechamento do número mínimo de inscrições.

Inscreva-se agora!

Práticas sistêmicas e psicologia comunitária

O Instituto Noos São Paulo convida você para o curso “Práticas Sistêmicas e Psicologia Comunitária”.
Coube à terapia familiar introduzir o pensamento sistêmico na psicologia. O enfoque relacional ampliou os significados de terapia, incluindo outras práticas de atendimento além da clínica, realizadas por profissionais das áreas da saúde, educação e desenvolvimento de comunidades, com famílias, grupos, equipes e redes.
A psicologia comunitária surgiu nos Estados Unidos na década de 1960 a partir da crítica de profissionais ao atendimento a doentes mentais e outros grupos marginalizados.
A psicologia comunitária desenvolveu-se nos Estados Unidos, a partir da década de 1950 com propostas inovadoras em psiquiatria, gerando a psiquiatria comunitária. Na América Latina desenvolveu-se principalmente ligada ao atendimento de populações carentes, comprometida com a melhoria das condições de vida dos atendidos, através de práticas geradoras de autonomia e empoderamento dessas populações.
A epistemologia sistêmica aplicando a si própria o enfoque relacional evoluiu das práticas interventivas iniciais com fundamentação moderna no saber e neutralidade dos profissionais para práticas dialógicas menos hierárquicas, com escuta focada na voz do cliente.
Os desenvolvimentos de ambos saberes – pensamento sistêmico novo paradigmático e psicologia comunitária criaram práticas coerentes entre si, tendo como base comum o enfoque relacional e a compreensão sócio-histórica dos contextos que dão sentido às relações.

OBJETIVO
Apresentar e exercitar como os alunos as ferramentas desenvolvidas pela Terapia Familiar nas diversas práticas da psicologia comunitária atual.

PARA QUEM

Para você profissional que trabalha em ONGs ou órgãos governamentais de acolhimento de crianças e adolescentes, creches, atendimento a indivíduos e famílias em UBSs, CAPS, CRAS ou ambulatórios dedicados a pacientes de diversas especialidades de saúde física ou mental.

ONDE
Instituto Noos São Paulo, Rua Fradique Coutinho nº 2025

DURAÇÃO

8 meses

PERIODICIDADE

Quinzenal

 

Curso de Introdução à Facilitação de Grupos Reflexivos de Gênero

O Instituto Noos (www.noos.org.br), instituição com longa tradição em trabalhos com gênero, família e prevenção à violência, baseado em sua metodologia, oferece, no Instituto Noos São Paulo, o Curso de Introdução à Facilitação de Grupos Reflexivos de Gênero (GRG).

Trata-se de um trabalho de mobilização e vivência de GRG, uma proposta dialogada, teórica e prática sobre gênero e relações de gênero. É também oferecida uma informação sobre monitoramento e avaliação de GRGs.

O curso se destina a todas e a todos interessados em sua programação e que, em suas diversas inserções profissionais e pessoais, lidem com questões de gênero, preconceito, violência e que busquem uma transformação para melhor destas relações.

Os participantes receberão os PDFs das aulas, a bibliografia, o texto do manual “Metodologia de Grupos Reflexivos de Gênero” e outros materiais de apoio sobre questões de gênero, certificado (com 75% de presença).

CONTEÚDO DO CURSO

VISÃO SISTÊMICA, ECOLÓGICA E COMPLEXA

Apesar dos inúmeros avanços que a humanidade vem conquistando, sobretudo a partir do século XX, ainda sustentamos uma concepção reducionista e fragmentada do mundo cujas consequências podem ser verificadas em diversas áreas. No campo das ciências, por exemplo, temos um excessivo grau de especialização criando inúmeras disciplinas estanques e que pouco “dialogam” entre si. A Visão Sistêmica, Ecológica e Complexa, com o intuito de superar a relação disjuntiva que a humanidade muitas vezes demonstra ter estabelecido com a vida, engendram propostas epistemológicas que valorizam uma postura integrativa e transdisciplinar e que prioriza o contexto no qual produzimos nosso conhecimento.

CONSTRUCIONISMO SOCIAL

O Construcionismo Social, longe de se constituir enquanto uma disciplina, é um movimento que nasceu a partir do campo da Psicologia Social e que critica o essencialíssimo presente no fazer científico que se acredita descobridor de realidades preexistentes e independentes. Para os Construcionistas Sociais, nossos saberes acerca do mundo são coletivamente criados através da linguagem e historicamente e geograficamente determinados.

ESTUDOS DE GÊNERO E TEORIA FEMINISTA

A teoria feminista, em suas várias vertentes, pode nos ajudar a promover reflexões críticas sobre os relacionamentos entre homens, mulheres e todos e todas aqueles que não se enquadram nas especificações que tradicionalmente marcam estas duas categorias. Discutir relações de poder, opressão, patricarcado e desconstrução de naturalizações e normas que são excludentes configuram-se como alguns dos objetivos deste campo. Os estudos de gênero, dentro do ambiente acadêmico, trazem importantes teorizações que junto à teoria feminista estão em consonância para um movimento crítico e reflexivo sobre o gênero em nossa sociedade.

EDUCAÇÃO POPULAR- caminhando com Paulo Freire

A Educação Popular e o pensamento de Paulo Freire.  A educação como um ato político. A escuta, o diálogo e a produção de conhecimentos. Democracia e cotidiano. O Grupo Reflexivo com uma imersão crítica no cotidiano.

PRÁTICA DE GRUPOS REFLEXIVOS DE GÊNERO

Vivência da metodologia a partir das experiências pessoais dos participantes do curso.  Produção de novos sentidos sobre as relações de gênero a partir do compartilhamento e elaboração dessas experiências pessoais no grupo.

COSTURA GERAL

Localizando os principais conteúdos e desafios teóricos, metodológicos e vivenciais: o que você leva deste curso de Introdução à prática de Grupos Reflexivos de Gênero?

MONITORAMENTO e AVALIAÇÃO

Aspectos Metodológicos do Monitoramento e Avaliação no trabalho com Grupos Reflexivos de Gênero.

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Política de cursos

A realização de cursos de longa e de curta duração depende de um número mínimo de inscrições.

O Instituto Noos se reserva o direito de cancelar ou alterar a data dos cursos sempre que não alcançar o número mínimo de participantes.

Em caso de cancelamento, os pagamentos já efetuados serão devolvidos integralmente.

Havendo interesse em cursos que não estejam com inscrições abertas, a instituição realiza uma pré-inscrição para formar nova turma.

A realização da inscrição está condicionada ao pagamento integral do Curso ou suas mensalidades, se parcelado.

O Curso é planejado com base em um número mínimo e prévio de inscrições e não está prevista a devolução do pagamento feito para inscrição em caso de desistência por parte do aluno. O ressarcimento será feito somente mediante solicitação encaminhada por escrito e com antecedência de 30 dias antes do início do Curso.

Em todos os cursos são oferecidos certificados de participação mediante o mínimo de 75% de presença.

Redução de Valores

Com o objetivo de aumentar a difusão metodológica, o intercâmbio técnico e criar uma linguagem comum – sobretudo entre os seus membros –, serão concedidos descontos em oficinas, cursos e eventos oferecidos pelo Instituto Noos aos associados.

Sempre que possível e dependendo do objetivo, formato e custos dos eventos serão aplicados os seguintes descontos sobre as atividades promovidas pela Escola:

• Desconto de 20% para associados efetivos e técnicos.

Bolsas só serão concedidas após avaliação, mediante o fechamento do número mínimo de inscrições.

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